O Banquete sem Preço
O convite da graça nos chama a abandonar o esforço inútil e aceitar o dom gratuito.
Nós fomos condicionados a acreditar que tudo nesta vida tem um preço. Quando recebemos uma oferta muito boa, nosso instinto imediato é procurar as letras miúdas no contrato. Levamos essa mesma mentalidade mercantilista para a nossa relação com Deus: achamos que a oração, a leitura e a devoção são as moedas com as quais “pagamos” pelo Seu favor.
Contudo, Isaías 55 rompe com toda a nossa lógica de mérito. O Senhor convoca os sedentos para comprarem vinho e leite “sem dinheiro e sem preço”. Ele nos questiona por que gastamos o nosso suor e energia naquilo que não alimenta a alma. A graça não tem pegadinhas porque a fatura dos nossos pecados já foi inteiramente paga na cruz de Cristo.
Dê play no vídeo abaixo e ouça a declamação deste convite irrecusável. Pare de tentar pagar a Deus com os seus esforços e, simplesmente, sente-se à mesa que Ele preparou.
Canção poética - Versão em Português
Versão em Inglês
O BANQUETE SEM PREÇO
(Baseado em Isaías 55:1-2)
[Verso 1]
Ouvi a voz que corta o vento:
"Vinde, sedentos, vinde a mim!"
Não há moeda ou pagamento
Pra graça que não tem fim.
Por que gastar a vã energia
Naquilo que não traz vigor?
A mesa farta, a iguaria,
Foi comprada pelo meu Senhor.
[Refrão]
Eu deixo o fardo, sento à mesa,
Abandono a incerteza,
E bebo o vinho do Teu amor.
[Verso 2]
Escuto a voz que rasga o vento:
"Vem, sedento, vem comer!"
Não há valor, só o intento
Da graça pra me socorrer.
Por que correr atrás do vazio,
Que nunca enche o coração?
A mesa está posta; o convívio
Custou o sangue do meu Senhor.
[Refrão]
Solto o fardo, sento à mesa,
Descanso enfim da incerteza,
E bebo o vinho do Teu amor.
Volto amanhã com a parte 4.




