O Eco do Silêncio
Por que o mundo não notou a chegada da verdadeira força?
Bem-vindo à Câmara Interior, onde a Escritura se torna poesia e a sabedoria se torna canto.
Em um mundo que valoriza o barulho, o excesso e a imposição pela força, o profeta Isaías nos apresenta uma imagem desconcertante do Messias. No capítulo 42 de seu livro, o Messias é descrito não como um grande guerreiro, mas como alguém cuja voz não se faz ouvir nas ruas.
Hoje, iniciamos nossa Jornada do Servo meditando sobre a virtude da mansidão. “Um caniço esmagado Ele não quebrará, o pavio que fumega Ele não apagará.” Quantos de nós nos sentimos hoje como esse caniço ferido pelos ventos da vida, prestes a quebrar? Ou como um pavio fumegante, com a esperança quase apagada pela ansiedade e pela pressa digital que nos cerca?
É confortante saber que a força de Cristo reside em Sua graça acolhedora. Ele não descarta o que está fragilizado; Ele restaura.
Convido você a pausar por alguns minutos, silenciar as notificações e ouvir esta poesia musicalizada. Deixe que a mansidão dEle silencie o seu caos interior.
A Bruised Reed
(Um Caniço Esmagado)
Dos céus, uma voz ressoa
Um plano de amor, em solo santo
O Pai anuncia, com palavras tão certas
A vinda do Servo, para mim e para você
Eis o Meu Servo, a quem sustento
Meu escolhido, uma história a ser contada
Meu Espírito sobre Ele derramo
Sua justiça reinará de costa a costa
Ele não gritará, Sua voz será mansa
Mas o som do Seu silêncio fará a justiça brotar
Um caniço esmagado Ele não quebrará
O pavio que fumega, Ele não apagará
Com mansidão, Ele trará o que é certo
E o mundo inteiro espera por Sua luz a guiar
Ele não usa de força, nem de violência
Seu trono é construído na graça, hoje
Para os aflitos, um porto seguro
Para todos os perdidos, um novo futuro
Ele não gritará, Sua voz será mansa
Mas o som do Seu silêncio fará a justiça brotar
Um caniço esmagado Ele não quebrará
O pavio que fumega, Ele não apagará
Com mansidão, Ele trará o que é certo
E o mundo inteiro espera por Sua luz a guiar
As ilhas distantes, o mundo aos Seus pés
Aguardam a Palavra, tão doce e fiel
Um Rei que é Servo, um Servo que é Rei
Em Seu nome estarei, e meus louvores trarei
Um caniço esmagado Ele não quebrará
O pavio que fumega, Ele não apagará
Com mansidão, Ele trará o que é certo
E o mundo inteiro espera por Sua luz a guiar
Reflita hoje na virtude da mansidão e na graça acolhedora do Messias. Amanhã continuamos com a parte 2 da Jornada do Servo.



